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Mostrando postagens de Agosto, 2014

Hipnoterapeuta põe transe no divã

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A hipnose é uma ferramenta terapêutica que ajuda o paciente a reduzir sintomas de depressão e ansiedade especialmente nos casos de transtorno do pânico, fobia social e fobias específicas. Mas sua eficácia depende de um elemento ético do terapeuta: ensinar o paciente a realizar o que os especialistas chamam de auto-hipnose. Ou seja, após ser submetido à terapia, o paciente deve ser treinado a realizar sozinho o controle dos seus sintomas através da auto-hipnose.
A afirmação é do psicólogo Benomy Silberfarb, psicoterapeuta especialista em hipnoterapia cognitiva. Ele esteve em Bauru ministrando curso para profissionais na área e falou, sem tabus, sobre os melindres, a “propaganda” irregular em relação ao uso da hipnose e os conceitos sobre sua aplicação. Do ponto de vista dos especialistas, vale ressaltar que pânico e fobias são subtipos de manifestação dos transtornos de ansiedade.
Ao pé da letra, Benomy sintetiza que a hipnose não cura, mas potencializa os resultados ter…

Hipnose: E sua função no tratamento de doenças?

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HIPNOSE é uma chave que pode ser usado no tratamento de diversas doenças, a hipnose ainda é encarada com desconfiança por muitas pessoas Muito se fala sobre hipnose – e muitos ainda têm dúvidas sobre esse método, afinal, nem todos entendem como ele pode ser utilizado no tratamento de doenças. Resumidamente, a hipnose ocorre quando a consciência encontra-se em um estado alterado, diferente das formas comuns de vigília e de sono.
Segundo João Alexandre Borba, psicólogo e coach, quando a pessoa está hipnotizada ela se torna altamente sugestionável, seja por ela mesma ou por outra pessoa. “E é exatamente por ela estar nessa espécie de transe que conseguimos trabalhar com ela, descobrir traumas de infância, no inconsciente, fazer regressões e fazer com que ela se lembre de problemas que foram reprimidos por algum motivo”, explica Borba.
Porém, ao contrário do que se pensa e se teme, o indivíduo, mesmo sob hipnose, não é capaz de revelar segredos ou realizar ações contra a sua…

TODAS OS SINTOMAS SÃO SINAIS

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Todos os sintomas são sinais. A verdade desse fato psicobiológico ainda que a maioria de nós tente eliminar o mensageiro (os sintomas) ao invés de, respeitosamente, acautelar-se com a mensagem recebida. Muitos milhões de dólares são gastos todos os anos em "destruidores" das dores e outros sintomas e paliativos, ao invés dos genuínos agentes terapêuticos. Antes de tentar " controlar os sintomas" ou "eliminar a dor" precisamos perguntar: O que está a mente corpo tentando nos dizer com um ligeiro estado de depressão?Uma fadiga crônica? uma dor de cabeça? Uma ulcera ou uma neurodermatite recorrente sob estress. A psicanálise freudiana clássica busca resolver os sintomas físicos pela análise; a psicologia behaviorista lida com eles por condicionamento e extinção, diz ela: A pessoa se condicionou a viver nesse estado emocional por muito tempo e o organismo se habitua. A hipnose usa um comando autoritário de condicionamento ou se utiliza de um misto de relaxam…

A MENTIRA INFANTIL..

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A mentira infantil Até que ponto é normal falar mentiras na infânciaSegundo Broyer (1975), “a mentira é essencialmente uma afirmação contrária à realidade dita por um indivíduo a outro com a finalidade de o induzir em erro. A mentira faz parte do cotidiano, e torna-se importante a atenção a sinais que podem ajudar a detectá-la como sinais não verbais, inconsistências e sinais faciais. A mentira é sem dúvida o ato de falsear a realidade, e nasce muitas vezes do isolamento intelectual ou afetivo da pessoa que mente, que por vezes se fecha no seu mundo porque se considera incompreendida pelos outros. A ausência ou dificuldade na expressão de afetos no meio familiar é, em muitos casos, causa da mentira que pode se tornar patológica.
A rigidez e punição excessiva!!!! bem como a falta de LIMITES podem gerar aquilo que se torna um problema. Especificamente no caso da criança, os pais e educadores precisam ter cautela na forma de abordar a mentira. A criança entre três e seis an…