DOR DE MEMBRO FANTASMA


DOR DE MEMBRO FANTASMA;de pacientes amputados...

Admite-se que além do componente fisiológico real e presente, há um grande aspecto afetivo e emocional na dor fantasma e a hipnose como psicoterapia periódica é necessária neste estado, ainda sem tratamento satisfatório e em muitas partes desconhecido.
Na HIPNOSE, recomenda-se algumas sessões iniciais semanais (2 a 3) com aprofundamento contínuo – em cada sessão busca-se aprofundar o estado hipnótico do paciente, com sugestões objetivas usando-se a imaginação do paciente, com Hipnoanestesia,várias são as técnicas.
Usar a técnica de anestesia superficial e profunda, “anestesiando” da pele até a profundidade plano por plano, com sugestões repetidas de bem estar, sem dor, sem sensações diferentes e de calma e serenidade.
Em todos os procedimentos não esquecer das sugestões de bem estar, de calma e de tranquilidade e de incentivar o paciente por ocasião da dehipnotização(acordar),
dizendo-lhe que foi muito bem e que na próxima sessão obterá resultados ainda melhores e mais definitivos.
Através das técnicas de HIPNOSE podemos obter perturbações da consciência da realidade anatômica e funcional, além da orientação sensorial e espacial do próprio corpo.
Alguns autores têm tratado, com a hipnose, fenômenos de diferenciação da estranheza e desdobramento do corpo, produzindo-se a autopagnosia ou a anosognosia.
Na primeira, produz-se a incapacidade de mover os próprios dedos ou o membro amputado cuja representação cortical ainda persiste e na segunda sugerir que se ignore uma parte do corpo.

Não esquecer de antes, durante ou depois de cada sessão de abordar os componentes afetivos e emocionais do paciente e de tratar possível estresse pós-traumático ou condições depressivas, ansiosa e fóbicas que o paciente possa estar apresentando

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